O Cristo Redentor é o cartão postal do Brasil, o mais importante monumento do país à fé católica e candidato a ser considerado uma das sete maiores maravilhas do mundo.
Em 1859, o padre Pedro Maria Boss sugeriu à Princesa Isabel a construção de um monumento religioso. Apenas em 1921, porém, a imagem começou a ser gestada. O local da construção foi decidido por votação popular. Entre os Morros de Santo Antônio, Pão de Açúcar e Corcovado, este último venceu por ter o mais amplo pedestal. Sábia decisão: de braços abertos sobre a Guanabara, o Cristo observa toda a cidade e pode ser admirado de grande parte dos bairros do Rio de Janeiro. Com o coração voltado para o leste, onde nasce o sol, o Cristo abençoa a cidade desde o raiar do dia.
A construção foi financiada através de uma campanha de imensa participação popular, que mobilizou toda a sociedade católica da época. A pedra fundamental foi abençoada em 1922 pelo Cardeal Sebastião Leme, e as obras foram iniciadas em 1926. O desenho final do monumento é de autoria do artista plástico Carlos Oswald. O protótipo, em gesso, foi executado pelo escultor francês Maximilien Paul Landowski por demanda do engenheiro Heitor da Silva Costa, responsável pelo projeto escolhido através de concurso.
Inaugurado em 12 de outubro de 1931, ao completar 75 anos o monumento se tornou um santuário. A Capela Nossa Senhora Aparecida, aos pés da estátua, totalmente reformada, poderá celebrar casamentos, batizados e missas, além de receber seus fiéis.
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